terça-feira, 12 de abril de 2016

BRASIL Wagner prevê que governo terá 213 votos Câmara para derrotar impeachment

Foto: Divulgação
Ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner
Para o ministro-chefe do Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, o resultado da votação de ontem (11) na comissão especial do impeachment indica que o Planalto pode conseguir 213 votos no plenário da Câmara dos Deputados, no próximo domingo, e, com isso, acabar com o processo. mas defendeu que o governo, nesse caso, calce as “sandálias da humildade”: ele pediu serenidade e bom senso para que essa agenda não continue “atrapalhando o Brasil”. Wagner conversou com jornalistas após a comissão do impeachment aprovar, por 38 votos a 27, o relatório favorável ao afastamento de Dilma do cargo. Segundo ele, a proporção dos votos na comissão ficou dentro das expectativas do governo, e fez com que a previsão de haver mais de 200 votos contrários ao impeachment se mantivesse. O ministro fez uma conta segundo a qual na comissão os que são contrários ao impeachment representam 41%, e que, se esse percentual for mantido no plenário, o governo teria 213 votos, acima dos 172 necessários para derrubar o processo. Segundo o ministro, os 27 parlamentares que votaram contra o parecer do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), são “heróis da democracia”. Questionado se, reprovado este pedido, a Câmara dos Deputados não poderia apreciar outras denúncias contra a presidenta, ele pregou “humildade” do governo e “serenidade do lado de lá”. “Acho que todo mundo tem instinto de sobrevivência, e espero que depois de domingo, encerrado e barrado esse processo do impeachment, o bom senso volte a reinar. Da nossa parte, seguramente estaremos com a sandália da humildade. Que eu acho que, após esse processo, não cabe rancor e raiva, ao contrário. Cabe compromisso com o Brasil, com a nossa gente, com a economia brasileira”, declarou. Leia mais na Agência Brasil.
Paulo Victor Chagas, Agência Brasil

domingo, 10 de abril de 2016

Lula e Marina lideram pesquisa Datafolha para presidente

 
Por Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews) | Fotos: Reprodução
De ministra a principal adversária. Marina Silva (Rede), que um dia foi titular da pasta do Meio Ambiente do governo Lula, lidera a pesquisa Datafolha ao lado do ex-presidente. De acordo com informações da Folha, no cenário contra Serra (PSDB)  - com 11 pontos -, Bolsonaro (PSC) e Ciro Gomes (PDT) - os dois com sete pontos -, os líderes estão com 22 pontos. O maior crescimento foi de Marina, pois no último levantamento, em meados de março, tinha 17% da preferência.
No cenário de uma disputa entre Lula, Marina e Aécio Neves, por exemplo, o petista tem 21%, a ex-senadora, 19%, e o tucano, 17%. Entre meados de dezembro e agora, Aécio perdeu dez pontos percentuais em suas intenções de voto, enquanto Lula e Marina se mantiveram no mesmo patamar. Já Geraldo Alckmin, em um cenário alternativo, encolheu cinco pontos no mesmo período.
Na simulação com Lula, Marina e Aécio, o Datafolha também tem incluído o nome do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que aparece com 8% das intenções de voto. O percentual é o dobro do que o deputado registrava em dezembro do ano passado.
No cenário em que o senador José Serra aparece como o candidato do PSDB, Marina e Lula aparecem empatados com 22%, o dobro do tucano, que caiu 4% desde fevereiro, quando registrava 15% de intenção de voto.
REJEIÇÃO - Ainda segundo a Folha de S.Paulo, o Datafolha também mediu a rejeição eleitoral dos candidatos. Assim como nos últimos levantamentos, o ex-presidente Lula é o mais rejeitado. Não votariam de jeito nenhum nele 53%. Antes a rejeição era de 57%.

PR – Dez pessoas morrem em acidente durante tentativa de assalto a ônibus

O ônibus saiu de Dracena, interior de São Paulo, e seguia para o Paraguai, onde passageiros fariam compras.

Um ônibus de turismo que trafegava pela BR-369 em Mamborê, região centro-oeste do Paraná, sofreu um grave acidente na madrugada deste sábado (9). Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta da 1h45, o motorista perdeu o controle do veículo durante uma tentativa de assalto ao coletivo.
O veículo saiu da pista e bateu de frente com uma árvore. De acordo com informações do G1, o acidente deixou pelo menos dez mortos. O ônibus saiu de Dracena, interior de São Paulo, e seguia para o Paraguai, onde passageiros fariam compras. Ainda segundo o G1, com a pancada, o veículo partiu ao meio.
onibus - acidente no parana
A PRF estima que outras 25 pessoas tenham se ferido. As vítimas não fatais foram encaminhadas para hospitais de Campo Mourão, também no centro-oeste do estado. Os corpos dos nove mortos foram encaminhados para o Instituto-Médico Legal (IML) do mesmo município.
Segundo a Polícia Rodoviária, a viagem não havia sido autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e por isso não há uma lista correta de passageiros.
Fonte: Correio

Colisão envolvendo ônibus e Corsa deixa cinco mortos na BA 553

Até o fechamento dessa matéria não havia informações das identidades das vítimas.

Uma colisão frontal por volta das 17h deste sábado, 09, na BA 553 trecho Pojuca/Catu envolvendo um ônibus da empresa Tamares de placa ignorada e um veículo Corsa de placa policial JMN 1116, licença de Feira de Santana,deixou cinco vítimas fatais, incluindo uma criança que estavam no carro de passeio e alguns passageiros do ônibus feridos, mas segundo informações sem ferimentos graves.
acidente grave em pojuca
Segundo informações da Policia Rodoviária Estadual – PRE, O ônibus com numero de ordem 1428 seguia da cidade de Candeias com destino ao município de Araçás e atingiu o corsa quando saía do Posto de Combustível que acessou a pista sem perceber que o ônibus se aproximava. Com o impacto, o coletivo e o Corsa foram parar numa ribanceira.
A polícia chegou ao local e em seguida a SAMU, mas, foi preciso aguardar a chegada do Corpo de Bombeiro de Alagoinhas, pois, as vítimas estavam presas as ferragens.
Até o fechamento dessa matéria não havia informações das identidades das vítimas.
Redação CN / Foto leitor do Calila Mário Sérgio

sábado, 9 de abril de 2016

BRASIL Lula diz que houve revolução nos ensinos superior e profissonal

Foto: Gabriela Bilo/AE
Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, na noite de hoje (8), que as lideranças e trabalhadores da área da educação foram importantes para fazer uma “revolução no ensino superior e no ensino profissional do país”. O ex-presidente participou do Encontro de Lula com a Educação, no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo.“Aqui estão os que sempre lutaram para reformar e democratizar a educação brasileira, resistindo ao elitismo das oligarquias conservadoras. Que se dedicam à causa da qualidade de ensino, muitas vezes com sacrifício da própria vida familiar. Aqui estão aqueles cujo o apoio foi decisivo para que o governo federal tenha conseguido fazer a revolução no ensino superior e no ensino profissional do país”, disse o ex-presidente.Entre as conquistas, Lula citou o fato de o governo federal triplicar o orçamento no Ministério da Educação em dez anos, a criação de 19 novas universidades federais e do Programa Universidade Para Todos (ProUni). Segundo ele, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), de Dilma, qualificou mais de 8 milhões de pessoas.
Agência Brasil
TSE e relator do Registro Civil Nacional definem projeto de cadastro único
Foto: Ilustrativa
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, e Júlio Lopes, relator do Registro Civil Nacional, definiram como será o projeto que estabelece o cadastro unificado de pessoa física. O novo número se chamará Identificação Civil Nacional (ICN) e manterá os números do CPF e do título de eleitor por pelo menos dez anos, para dar tempo de o TSE coletar os dados biométricos de toda a população. De acordo com o colunista Lauro Jardim, de O Globo, os registros permanecerão sob controle dos cartórios. Os integrantes do comitê gestor do ICN deverão ser indicados pelo Congresso, CNJ, governo federal e TSE. O projeto deverá entrar em votação na Câmara e no Senado após apreciação do processo de impeachment

Após 13 horas, termina sessão sobre parecer de impeachment de Dilma

por Igor Gadelha / Daniel Carvalho / Daiene Cardoso / Julia Lidner | Estadão
Após 13 horas, termina sessão sobre parecer de impeachment de Dilma
Foto: Luís Macedo / Câmara dos Deputados
Após mais de 13 horas de sessão, a Comissão Especial do Impeachment na Câmara dos Deputados encerrou às 4h42 deste sábado a primeira fase da discussão do parecer favorável ao impedimento da presidente Dilma Rousseff. Ao todo, discursaram 61 dos 116 deputados que haviam se inscrito para falar discursaram. Entre eles, 39 se posicionaram a favor e 21 contra o impeachment. Houve ainda um indeciso: o deputado Bebeto (PSB-BA). Entre as principais legendas que compõem a comissão, o Partido da República (PR) foi o único em que nenhum representante discursou. Assim como PP e PSD, o PR tem negociado com o Palácio do Planalto mais espaço no governo em troca de apoio da bancada contra o impeachment. Tanto no PP quanto no PSD, apenas dois deputados discursam na sessão, todos a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff. A sessão começou por volta das 15h30 de sexta-feira, mas os discursos de fato só iniciaram cerca de uma hora depois. Governistas e oposicionistas se alternaram em suas falas contra e a favor do impeachment. Governo e oposição acabaram deixando em segundo plano o teor do parecer do relator, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impeachment, e focaram seus discursos nas críticas um ao outro. Governistas ressaltaram que partidos da oposição também são acusados de corrupção e acusaram opositores de não aceitar perder as últimas eleições e querem tirar Dilma por meio de um "golpe". Focaram ainda na estratégia de lembrar que a linha de sucessão presidencial é integrada por membros investigados por corrupção, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo na linha de sucessão. Já a oposição centrou suas críticas em outras acusações e suspeitas contra o governo Dilma, algumas alheias ao parecer de Arantes, bem como contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT. Opositores apostaram também na estratégia de dizer que aqueles que votarem contra o impeachment estarão concordando com os crimes de responsabilidade a que a petista é acusada na representação. Durante toda a sessão, houve princípio de tumulto em apenas dois momentos. O primeiro foi quando, seguindo a linha adotada por governistas, o deputado Pepe Vargas (PT-RS) afirmou que PSDB e DEM são os partidos com maior número de políticos cassados no País. O líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), e o deputado Mendonça Filho (PE) reagiram com gritos de "mentira". O segundo bate-boca mais acalorado aconteceu durante o discurso do deputado Sílvio Costa (PT do B-PE), vice-líder do governo na Câmara. O parlamentar ironizou o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) pelo fato de ele ser pastor evangélico e chamou o deputado Danilo Forte (PSB-CE) de "merda", "corrupto" e "imbecil", o que gerou a reação imediata de parlamentares pró-impeachment. O cansaço era visível nos rostos de deputados, assessores e jornalistas que participavam da sessão da comissão. Para amenizar a situação, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) distribuiu energéticos para funcionários que estavam trabalhando, que se somou ao cafezinho servido pela Câmara. O presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), também mandou fazer sanduíches de pão francês e queijo para distribuir. Do lado de fora do plenário, manifestantes contrários ao impeachment distribuíam pão com mortadela. Diante da polarização política no País, convencionou-se relacionar mortadela aos apoiadores do governo e coxinha aos defensores do impeachment. Os sanduíches foram oferecidos tanto aos parlamentares governistas, que levaram o lanche para o plenário, quanto para os oposicionistas. Para tentar evitar que o plenário não ficasse esvaziado durante a sessão, os parlamentares se revezavam, principalmente os da oposição. Por volta das 2 horas deste sábado, houve um momento em que havia somente um parlamentar governista, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Alguns deputados só chegaram na hora de falar e deixavam após o discurso, indo para casa ou reunir-se em restaurantes com colegas. Durante os discursos, o governo recebeu críticas até de deputados aliados do Palácio do Planalto. Embora tenha dito ter convicção de que a presidente Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade que justifique seu afastamento, o líder do PMDB na Câmara, deputado Leonardo Picciani (RJ), fez uma dura crítica à petista durante seu discurso, feito já na madrugada deste sábado. Picciani afirmou que o Brasil chegou a atual situação, "porque quem ganhou a eleição não teve a humildade de reconhecer que ganhou uma eleição dividida e chamar o País a uma reconciliação e quem perdeu não teve a resignação de aceitar o resultado e pensar no País; preferiu contestar e pensar apenas na sua ambição política". "Essa página, sim, seja qual for o resultado, tem que ser virada", disse. A discussão do parecer será retomada na segunda-feira, 11. Nessa fase, somente os líderes partidários poderão falar. A previsão é de que a votação aconteça no mesmo dia. Se aprovado, o parecer será publicado no Diário Oficial da Câmara. Após 48 horas da publicação, o presidente da Casa poderá levá-lo para votação em plenário