terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ITIÚBA - PATRIMÔNIO HISTÓRICO FOI AO CHÃO PELO VEREADOR 

HOJE SÓ EXISTE O TERRENO VAZIO ONDE FOI A MORADA OFICIAL DO PRIMEIRO PREFEITO DE NOSSA TERRA
 
A demolição de um dos mais bonitos casarões de Itiúba vem despertando indignação aos itiubenses.

O casarão localizado na avenida Belarmino Pinto foi construído no ano de 1927 e, foi a primeira morada oficial do chefe do Executivo Municipal de Itiúba Belarmino Pinto, apesar da idade o prédio ainda se encontrava em bom estado de conservação, no mesmo funcionava até pouco tempo o Itiúba Plaza Hotel. Segundo informações, o casarão foi vendido a um vereador do município, o que causa maior revolta nas pessoas que dizem que o vereador deveria preservar a história e, não apaga-la. Muitos reconhecem que mesmo não sendo tombado, o casarão é quase centenário e deveria ser considerado patrimônio histórico do município.

O que o tempo não foi capaz de apagar, aos poucos o homem vai apagando, quem descer o viaduto sentido a avenida Belarmino Pinto onde localiza-se o casarão, irá se deparar com uma imagem cinematográfica, um casarão sem o telhado e as paredes, apenas a fachada é o que ainda resta.

ANTES
DEPOIS
O descontentamento da população gera uma grande revolta nas redes sociais, críticas e perguntas são feitas as autoridades políticas que até o momento não se pronunciaram sobre o assunto.


 Portal Itiúba.Net | Com Tel Silva
Fotos: Tel Silva/O Recado Dado

Justiça autoriza cultivo de maconha para tratamento de doenças raras

Justiça autoriza cultivo de maconha para tratamento de doenças raras
Foto: Maj. Will Cox / Georgia Army National Guard
Uma família de São Paulo recebeu, no fim de dezembro, um habeas corpus que autoriza o cultivo de maconha para uso próprio e medicinal. A harle-tsu, variedade de maconha com maior concentração de canabidiol, é utilizada para o tratamento da filha Clarian, 13 anos, que sofre de síndrome de Dravet, uma doença rara que provoca epilepsia.


Paulo Henrique Amorim

"O jornalismo da Globo é mais poderoso que a Câmara, o Senado, o Palácio do Planalto e cada um dos 11 membros do STF. O que derrubou a Dilma foi a Lava Jato, cujo o objetivo ainda é impedir a eleição do ex-presidente Lula".

Paulo Henrique Amorim, no Encontro Estadual da Esquerda Popular Socialista (EPS), realizado na Ufba, em Salvador.

Deputados baianos divergem sobre queda de ministro da Justiça

  Por Alexandre Galvão
Deputados de governo e oposição da bancada baiana divergem sobre a queda do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Recentemente, o titular recebeu críticas por conta das rebeliões que deixaram diversos mortos em presídios do país. 
 
Para Afonso Florence (PT), a queda de Moraes é “uma questão de horas ou dias”. “A decisão já foi tomada. Ele vai cair. Ele não conseguiu se estabelecer como ministro. Ele fez várias declarações imponderadas. Agora é inoperante, ineficiente, incompetente”, afirmou, ao Bocão News
 
Pensamento diferente tem o deputado José Carlos Aleluia (DEM). Para ele, as rebeliões acontecem justamente pela atuação forte de Alexandre de Moraes. “Acho importante ele continuar. Ele acabou o clima de apaziguamento entre o Estado e o crime. Por isso que estão tendo essas rebeliões. Grande parte das penitenciárias são controladas por crime organizado. O ministro está enfrentando isso. O pior é convier com o crime”, argumentou. 
 
Para Alice Portugal (PCdoB), no entanto, o ministro “perdeu o controle do sistema prisional”. “Quero dizer que ele perdeu a condição. A grande quantidade de declarações desastradas, completamente fora do contexto. Perdeu o controle do sistema prisional. No período anterior [ao governo Temer] era mantido de forma ordeira, e agora tratou das indicações como forma política. Perdeu a função de continuar no cargo”, constatou. 
 
Claudio Cajado (DEM) ponderou, no entanto, que as responsabilidades não podem ser todas jogadas nas costas do ministro. “Essas rebeliões ‘denigrem’ imagem do Brasil, demonstra falta de política pública, mas não podemos culpar apenas o governo federal. é precipitado colocar nas costas do ministro. precisamos fazer debate sobre isso”, indicou. 
 

Filadélfia: Mesmo em situação de emergência Prefeitura reajusta valores de Diárias para Prefeito Vice prefeito, Secretários e demais Servidore

A prefeitura Municipal de Filadélfia através do Decreto 049 de 16 de janeiro de 2017 reajustou os valores das Diárias pagas pelo Poder Executivo para Prefeito, Vice Prefeito, Secretários, Procurador Geral, Controle Interno e Demais Servidores;
Com o novo decreto publicado os valores de diárias passam a custar aos cofres públicos os  seguintes valores:

Confira a integra completa do decreto no link anaixo:
http://impublicacoes.org/trdados/arquivos_agenda_2017/01/d45f810580ca79e6a53d51fe1fe9fabc587cd4d9c8e2a.pdf
Redação
Diga Filadélfia

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Demanda dos consumidores por crédito cresce 3,7% em 2016, diz Serasa



  A demanda dos consumidores por crédito cresceu 3,7% em 2016 na comparação com 2015, segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (16) pela Serasa Experian (empresa que reúne dados sobre crédito e dívidas). Analisando os números das vendas no varejo, a consultoria ressalta que os dados indicam que os empréstimos contraídos ao longo do ano foram mais direcionados ao pagamento de dívidas anteriores do que para o consumo ou investimento.
 
  O aumento da procura por financiamentos foi mais alto na faixa de renda mensal de R$ 1 mil a R$ 2 mil, que registrou expansão de 4,3%. Entre os que ganham de R$ 500 a R$ 1 mil houve crescimento de 3,7%. Na faixa de R$ 5 mil a R$ 10 mil a alta ficou em 4,1%. Para os que recebem acima de R$ 10 mil foi verificada uma expansão de 3,6%.
 
Na análise por região, o Sul foi onde a demanda por crédito mais avançou (7,2%). No Centro-Oeste a expansão ficou em 5,1%, no Sudeste em 3,7% e no Nordeste em 1,7%. Na Região Norte foi registrada queda de 2,6% na procura por empréstimos ao longo de 2016.

Serasa.
Preciso me vacinar contra a febre amarela? Veja perguntas e respostas sobre o surto em MG
Até esta sexta-feira (13), mais de 30 mortes e 133 casos eram investigados pelo Ministério da Saúde relacionadas à doença.


Em um hospital de São Paulo, desde que os casos de febre amarela silvestre começaram a aumentar em Minas Gerais, aprocura por vacinas triplicou. São 38 mortes notificadas em terras mineiras, e dois óbitos no noroeste paulista - em São José do Rio Preto e em Ribeirão Preto. O G1 conversou com especialistas para entender qual é o tamanho da epidemia e quem precisa correr para se prevenir contra a doença.

1. Por que este surto de febre amarela é chamado de “silvestre” e “selvagem”?
Porque os casos são registrados em regiões rurais ou de mata, transmitidos pelos mosquitos Haemagogus ou Sabethes. Por enquanto, não foi detectada a transmissão da doença pelo Aedes aegypti, mais famoso pela dengue, zika e chikungunya e por gostar das áreas urbanas.
2. É possível que a epidemia chegue às grandes cidades?

Sim. Uma pessoa infectada em zona rural poderá ir para uma cidade. Uma vez picada por um mosquito Aedes aegypti, o inseto poderá transmitir para outra pessoa, e assim por diante. A boa notícia é que isso não aconteceu ainda, de acordo com o Ministério da Saúde e os médicos entrevistados.

"A pessoa que vive dentro da cidade, em São Paulo por exemplo, não precisa entrar em pânico, mas é verdade que todo mundo tem que receber pelo menos uma dose da vacina [...] De maneira que, sem dúvida alguma, pessoas que têm contato com área rural ou silvestre precisam estar vacinadas", disse Marcelo Simão, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia. 


Vale ressaltar que o vírus da febre amarela não é transmitido de pessoa para pessoa, apenas pela picada de mosquitos infectados.


"A epidemia, na verdade, está entre os macacos da mata. O homem adentrando ou estando próximo é picado pelo mesmo mosquito e adquire a doença", completou Simão.

3. Devo sair atrás da vacina, então?

Como o surto está concentrado fora das regiões urbanas, o Ministério da Saúde recomendou que todas as pessoas que residem em Áreas com Recomendação da Vacina contra febre amarela e aqueles que vão viajar para regiões silvestres, rurais ou de mata, devem se imunizar. Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da área de recomendação para a vacina.

4. Quem não pode se vacinar?

Por causar reações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda a vacina para pessoas com doenças como lúpus, câncer e HIV, devido à baixa imunidade, nem para quem tem mais de 60 anos, grávidas e alérgicos a gelatina e ovo.

Mosquito haemagogus é um dos transmissores da forma rural da febre amarela (Foto: Reprodução/TV Globo)

5. Eu me vacinei uma vez, preciso me vacinar novamente?

De acordo com o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, é importante se vacinar duas vezes - a segunda dose deverá ser tomada depois de 10 anos. Depois disso, a pessoa ficará imune por toda a vida.

Para áreas epidêmicas da doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informa que é necessária apenas uma dose - a chance de o corpo entrar em contato com doença por uma segunda vez antes de perder a proteção é grande. Tal contato reforça a criação de anticorpos e funcionaria como uma segunda dose.

6. A doença vai se espalhar por todo o Brasil?

Depende. De acordo com os especialistas, se a população de Minas Gerais e das áreas afetadas passar por uma boa vacinação de contenção, o surto irá diminuir. Todas as pessoas residentes nas regiões dos casos devem ser imunizadas.

O Ministério da Saúde informou que todos os estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendadas. O órgão disse, ainda, que enviou 735 mil vacinas ao estado, totalizando mais de 1 milhão de doses ao estoque de Minas Gerais.

7. Quais os sintomas da febre amarela?

A doença se torna aparente de três a seis dias após a infecção, de acordo com o Ministério da Saúde. Os sintomas iniciais são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A maior parte das pessoas apresenta uma melhora após tais sintomas.


Cerca de 20% a 40% das pessoas que desenvolvem a versão mais grave da doença (15% do total de infectados) podem morrer.
Fonte: G1