segunda-feira, 3 de abril de 2017

Ciro Gomes diz que derrotar Doria é moleza: 'eu daria uma surra nele'


O ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que pretende disputar a Presidência da República no ano que vem, disse que derrotar o prefeito de São Paulo, João Doria, nome que começa a ganhar força no PSDB, seria "moleza".
Segundo o site O Antagonista, o pedetista declarou neste domingo que "daria uma surra nele [Doria]”. O ex-ministro diz ainda que o PSDB deveria escolher o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, para a disputa presidencial. O conselho informal também já teria sido externado pelo porta-voz de Lula, André Singer.
“Doria é um farsante que se apresenta como não político, mas já lá no governo José Sarney era presidente da Embratur, e recebeu várias benesses, com o passar dos anos, dos governos do PSDB. Derrotá-lo numa disputa nacional é moleza; eu daria uma surra nele. Já o Alckmin, mesmo com o Jair Bolsonaro tirando muitos votos dos tucanos, é muito mais complicado. Ele sai com o apoio de 50% de São Paulo, quase 15% do Brasil”, avaliou Ciro Gomes

ITIÚBA: HOMEM SOFRE AVC E FAMILIARES SOLICITAM AJUDA


IMG-20170330-WA0185Os familiares do senhor Edvaldo Soares da Fazenda Laneiro no município de Itiúba, entraram em contato com a redação do Site Cidade em Notícias solicitando ajuda para o mesmo.

Segundo informações dos familiares, Edvaldo sofreu um AVC no dia 6 de março de 2017, o mesmo foi socorrido no Hospital Municipal de Itiúba e transferido para Petrolina devido a gravidade de seu estado, lá passou por 2 cirurgias na cabeça para remover sangue.

Ainda segundo a família, Edvaldo está se recuperando, porém necessita de fraldas, cadeira de rodas, colchão apropriado etc e seus familiares não dispõem de recursos financeiros para adquiri – los.

Quem puder ajudar de alguma forma, entre em contato com o Jornal Cidade em Notícias ou o Jornal Pressão Popular da Rádio Abelha Dourada FM, através do WhasApp (74)99196-8190 ou utilizar a conta: Agencia: 4770, Operações: 013, Conta: 9817- 5, ou ainda entrar em contato através do telefone (74) 99136-4063. Qualquer ajuda é valida.

Cidade em Notícias

domingo, 2 de abril de 2017

Itiúba: Uma tragédia Poderá Acontecer A Qualquer Momento Se Deus Não Botar A Mão Na Travessia desta Ponte

Na manha deste domingo 2 de abril, Desespero, Constrangimento e revolta foram as palavras que ouvi dos passageiros do ônibus que trafega na BA 381 sentido Cansanção, que teve que fazer um desvio no trecho da fazenda Várzea Formosa, local onde há uma ponte caída desde janeiro do ano passado e o governo do estado nuca interferiu.

Ao chegar ao local da ponte velha, que estava desativada pelo menos há 20 anos o ônibus é obrigado a estacionar e os passageiros orientados pelo motorista a descer e fazerem a travessia a pé. Nossa reportagem em conversa com o motorista ele disse ser uma recomendação da empresa para evitar uma possível tragédia com os passageiros e que a empresa, por pouco não suspendeu as linhas deste percurso. Afirmou.

Perguntamos: O que tá faltando para o governador socorrer Itiúba? Força politica? Denuncias junto ao ministério Publico Federal? Ou lamentavelmente uma tragédia?. São apenas perguntas e que a ultima DEUS afaste de todos que por ali passam.
Observação: A ponte e a BA é de inteira responsabilidade do Senhor Governador Rui Costa.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Em Salvador, Ivete Sangalo fica sem carro e pede carona para fã


A cantora Ivete Sangalo surpreendeu uma fã nesta segunda-feira (27) e resolveu pegar uma carona para ir até sua casa, em Salvador.
 
"Ela estava passando e eu: 'Você vai para onde?', e ela : 'Vou para o lado do Campo Grande', então falei 'Me deixe lá'", contou Ivete em seu Instagram.
 
Do lado da cantora estava Lore, a motorista sortuda que deu carona para Ivete. "Ela está achando que é pegadinha. Não é pegadinha não, é carona mesmo", disse enquanto a fã ria.
 
"Eu vim na rua resolver uma parada e fiquei sem carro, aí peguei carona com essa fofura. Obrigada, Lore", agradeceu Ivete.

Comissão da reforma da Previdência ouvirá o ministro da Fazenda nesta quinta

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é o convidado da última audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a reforma da Previdência (PEC 287/16), nesta quinta-feira (30).
 
Com a conclusão da fase de audiências, a comissão ficará aguardando a apresentação do relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). Ele se comprometeu a conversar com todas as bancadas partidárias antes de entregar o texto para votação.
 
A audiência ocorrerá no plenário 2, a partir das 10 horas.

Lídice é eleita vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento do Senado


A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) foi eleita, por aclamação, vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal para o biênio 2017/2018. Ao agradecer aos senadores, Lídice destacou a importância do colegiado para auxiliar no desenvolvimento do turismo e na diminuição das desigualdades existentes entre as regiões do País. 
“Eu participo desta comissão desde o primeiro ano do meu mandato, porque ela trata de dois temas que considero fundamentais: o desenvolvimento regional e outra temática que eu, como senadora, deputada e mesmo como prefeita que fui de Salvador, trato há muito tempo, que é ó desenvolvimento do turismo nacional. É uma política que acompanho e que é indispensável para o desenvolvimento de todas regiões”, disse a parlamentar. 
Os senadores José Medeiros (PSD-MT), Ângela Portela (PT-RR) e Elmano Férrer (PMDB-PI), entre outros, incluindo a presidente da CDR, Fátima Bezerra (PT-RN), destacaram que a CDR está em boas mãos. “Com essa dupla, a senadora Fátima Bezerra na presidência e a senadora Lídice da Mata na vice-presidência, daremos um dinamismo muito grande aos trabalhos desta comissão”, elogiou Ângela. 
Por iniciativa da senadora Lídice, a CDR fará um ciclo de debates para discutir a situação em que se encontra o Programa de Revitalização do Rio São Francisco, com as presenças dos ministros Helder Barbalho, da Integração Nacional, e José Sarney Filho, do Meio Ambiente. O requerimento foi aprovado na reunião desta quarta-feira (29). A senadora Lídice da Mata também propôs que a comissão debata a crise hídrica que afeta alguns estados do País e o Distrito Federal.
Por: Bocão News

segunda-feira, 27 de março de 2017

Reforma política volta à discussão no Congresso; veja as propostas


Obrigatoriedade do voto

COMO É HOJE
Voto é obrigatório para os maiores de 18 e menores de 70 anos. E facultativo para analfabetos, quem tem 16 e 17 anos e para os acima de 70 anos. A ausência às votações, porém, é expressiva. No 2º turno das eleições presidenciais de 2014, a abstenção foi de 21% do eleitorado, mas o cadastro do tribunal pode ter falhas e contabilizar como abstenções eleitores que já morreram.
EM DISCUSSÃO
Plebiscito em 2018 para que a população decida se mantém ou não o voto obrigatório.
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Duração das campanhas

COMO É HOJE
Campanhas duram 45 dias até o 1° turno.
EM DISCUSSÃO
Campanhas voltam a durar 60 dias até o 1° turno. No segundo, tempo de propaganda na TV cai de 20 minutos diários para 10 minutos diários (5 minutos para cada candidato).
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Financiamento

COMO É HOJE
Empresas estão impedidas desde 2015 de financiar os candidatos. Recursos vêm de pessoas físicas, do bolso dos próprios candidatos e dos cofres públicos (fundo partidário e renúncia de arrecadação para veiculação da propaganda eleitoral).
EM DISCUSSÃO
Criação de um segundo fundo público para custear as campanhas. Algo entre R$ 2,5 bilhões a R$ 6 bilhões, a depender do sistema eleitoral a ser aprovado. Hoje já existe o fundo partidário, que deve repassar aos partidos políticos R$ 820 milhões nesta ano. Mantém-se a possibilidade de doação de pessoas físicas e estabelece-se teto para o autofinanciamento.
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Pesquisas eleitorais

COMO É HOJE
Pesquisas eleitorais registradas podem ser divulgadas até no dia da eleição.
EM DISCUSSÃO
Divulgação de pesquisas eleitorais registradas ficam proibidas nos três dias que antecedem o pleito.
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Eleições para o executivo

COMO É HOJE
Presidente da República, governadores, senadores e prefeitos são eleitos pelo sistema majoritário, ou seja, aquele que tiver mais votos, é o eleito -no caso de presidente, governadores e prefeitos, se um candidato obtiver a maioria dos votos válidos é eleito já em primeiro turno.
EM DISCUSSÃO
Mantêm-se as atuais regras.
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Sistema

COMO É HOJE
Deputados federais, deputados estaduais/distritais e vereadores são eleitos pelo sistema proporcional. Nesse sistema, o eleitor vota em candidatos isolados ou na legenda. As cadeiras são distribuídas com base na votação total que determinada coligação recebeu. Por isso às vezes um candidato é eleito mesmo recebendo menos voto do que um concorrente. Isso acontece porque os candidatos e partidos de sua coligação reuniram, no conjunto, mais votos. Um dos exemplos de distorção mais citados é o de Enéas Carneiro (1938-2007), então no Prona de São Paulo, que chegou à Câmara em 2003 com 1,57 milhão de votos, o que também alçou à condição de deputado cinco colegas do Prona que tiveram votações pequenas ou irrisórias, como Irapuan Teixeira, com menos de 700 votos.
EM DISCUSSÃO
Relator da reforma política na Câmara, Vicente Cândido (PT-SP) irá apresentar a proposta da "lista Fechada" para as eleições de 2018 e 2022. Nela, o eleitor não vota em candidatos isolados, como hoje, mas em uma lista definida previamente pelos partidos. Câmara e Senado tendem a estabelecer que os atuais congressistas terão lugar privilegiado nessas listas. São eleitos os candidatos melhor posicionados na lista, na proporção de cadeiras que a sigla conseguir. Acaba a possibilidade de coligação. Para 2026, a proposta é de adotar modelo similar ao alemão, o distrital misto. Metade das cadeiras seria preenchida pela lista fechada e a outra metade, por candidatos mais votados por região. Defensores da lista fechada dizem que ela barateia a campanha e fortalece a identidade dos partidos. Críticos apontam que caciques partidários terão poderes quase ditatoriais, haverá mais obstáculos à renovação na política, além de facilitar a reeleição de políticos encrencados com a Justiça. No distrital misto, 35 das cadeiras de deputados federais de SP seriam preenchidas pela lista fechada e a outra metade, pelos mais votados em 35 distritos em que o Estado seria dividido.
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Coligações

COMO É HOJE
Pode haver coligações entre as legendas.
EM DISCUSSÃO
Acaba essa possibilidade.
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Partidos "nanicos"

COMO É HOJE
Partidos com baixíssimo desempenho nas urnas, os chamados "nanicos", já sofrem algumas restrições de financiamento e atuação parlamentar.
EM DISCUSSÃO
Há regras mais duras para tentar barrar a existência dos "nanicos". O fim das coligações (alguns nanicos só conseguem eleger candidatos por meio de coligações) e regras de desempenho, que tesouram direitos parlamentares e de financiamento das siglas que não obtiverem um percentual mínimo de votação nacional.
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Duração dos mandatos

COMO É HOJE
Mandatos hoje duram 4 anos. Eleições ocorrem de dois em dois anos. É permitida uma reeleição para presidente, governadores e prefeitos. Para senadores, deputados e vereadores não há limite para a reeleição.
EM DISCUSSÃO
Mandatos de 5 anos, sem direito à reeleição no Executivo.
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Vices/Suplência

COMO É HOJE
Nos cargos do Executivo, a chapa é composta por um vice, que assume o mandato caso por algum motivo o titular fique impossibilitado de continuar a exercer o mandato. No caso de deputados e vereadores, a suplência é formada de acordo com a votação obtida por eles na disputa geral. No dos senadores, cada um têm suplentes definidos por eles antes das eleições, uma espécie de "vice".
EM DISCUSSÃO
Acaba a figura do vice no Executivo e do suplente "sem voto" dos senadores. No Executivo, o primeiro na linha sucessória será o chefe do Legislativo.
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O que o eleitor deve escolher

COMO É HOJE
Em 2016, por exemplo, foram eleitos prefeitos e vereadores. Em 2018, serão eleitos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, governadores e deputados estaduais.
EM DISCUSSÃO
Eleições para o Legislativo e o Executivo seriam separadas. Presidente, governadores e prefeitos em um ano; senadores, deputados e vereadores, em outro.
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Tribunais com indicações políticas

COMO É HOJE
Em tribunais como STF (Supremo Tribunal Federal), os ministros são indicados pelo presidente da República e aprovados pelo Senado. Não há mandato fixo, apenas aposentadoria obrigatória aos 75 anos de idade.
EM DISCUSSÃO
Mandato de 10 anos para tribunais com indicações políticas, como o STF.